Avaliação de viabilidade
Análise da carga disponível no prédio, capacidade do transformador, QGBT e infraestrutura elétrica geral. Identificamos quantas vagas podem ser atendidas e o que é necessário para escalar no futuro.
Avaliação da carga elétrica, infraestrutura para wallbox, medição individual e ART quando aplicável para garagens coletivas.
A cada mês, mais moradores da região adquirem carros elétricos ou híbridos plug-in. E a pergunta inevitável chega ao síndico: "Posso instalar um carregador na minha vaga?"
A resposta não é simples — e não deveria ser respondida sem avaliação técnica. Um condomínio que permite instalações sem análise prévia da carga disponível corre o risco de sobrecarga elétrica, conflitos internos e responsabilidade civil por instalações improvisadas.
Um condomínio que proíbe categoricamente, por outro lado, pode enfrentar pedidos legais de moradores amparados pela legislação vigente. O caminho correto é a análise técnica antes de qualquer decisão.
Cada condomínio tem uma infraestrutura elétrica própria. Não existe solução padrão — existe análise técnica.
Do primeiro contato do síndico até a instalação final por vaga, atuamos em cada etapa com documentação e responsabilidade técnica.
Análise da carga disponível no prédio, capacidade do transformador, QGBT e infraestrutura elétrica geral. Identificamos quantas vagas podem ser atendidas e o que é necessário para escalar no futuro.
Elaboração de documento técnico que embasa a discussão em assembleia — com linguagem acessível para moradores e conselho, sem abrir mão do rigor técnico exigido.
Projeto elétrico para uma ou várias vagas, com definição de cabeamento, disjuntores, aterramento, eletrodutos e ponto de instalação — conforme a NBR 5410, NBR 17019 e família NBR IEC 61851.
Execução técnica com atenção à organização dos circuitos, proteção elétrica adequada, identificação de circuitos e cuidados especiais para o ambiente de garagem — incluindo umidade e, quando aplicável, maresia.
A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) confere rastreabilidade à instalação e pode ser exigida pela administradora, pelo síndico ou pelo seguro do condomínio. Emitida por Engenheiro Eletricista CREA-SP 5069068459 quando aplicável ao serviço.
Planejamos a infraestrutura pensando no crescimento da demanda. Um prédio que prepara a fiação e os eletrodutos hoje evita obras mais caras e disruptivas no futuro, quando mais moradores tiverem veículos elétricos.
Essa é uma das questões mais importantes para síndicos e moradores. Existem diferentes modelos, cada um com vantagens e limitações.
Cada ponto de carregamento tem seu próprio relógio ou medidor. O morador paga exatamente o que consumiu — modelo mais justo, mas exige infraestrutura e aprovação para instalação de medidores individuais.
Carregadores com controle por RFID, aplicativo ou cartão medem o consumo de cada usuário automaticamente. Maior praticidade e escalonabilidade, com custo inicial de equipamento mais elevado.
O consumo é dividido entre os usuários ou cobrado como taxa fixa. Modelo mais simples de implementar, mas pode gerar debates sobre equidade, especialmente quando o uso é desigual.
A definição do modelo de medição é uma decisão interna do condomínio, geralmente aprovada em assembleia. Nossa função é avaliar a viabilidade técnica de cada opção e orientar o síndico sobre as implicações elétrica de cada modelo.
A aplicação da NBR 5410 como base da instalação elétrica, complementada pelas normas específicas para recarga de veículos, é o que garante segurança e rastreabilidade ao condomínio.
Define os requisitos para dimensionamento, proteção, condutores, aterramento e segurança elétrica. É a norma que rege qualquer instalação de baixa tensão — incluindo a infraestrutura para carregadores em condomínios.
Trata especificamente de instalações elétricas em locais destinados à alimentação de veículos elétricos — garagens de condomínios, estacionamentos e locais de uso coletivo.
Família de normas que define modos de recarga, conectores, segurança do ponto de carregamento e comunicação entre veículo e carregador. Aplicável na escolha e instalação de wallboxes.
Quando um morador instala um carregador sem autorização e sem projeto técnico, o condomínio corre riscos que vão além do técnico. Uma instalação mal dimensionada pode sobrecarregar a rede elétrica do prédio, acionar disjuntores de uso comum e criar riscos de incêndio na garagem coletiva.
Além disso, sem ART e documentação técnica, não há como comprovar que a instalação foi feita corretamente em caso de sinistro — o que pode gerar questionamentos junto à seguradora do condomínio.
A melhor proteção para o condomínio é regulamentar as instalações com base técnica, exigir projeto elétrico e ART quando aplicável, e orientar os moradores sobre o processo correto antes que o problema apareça.
Entre em contato pelo WhatsApp para solicitar uma avaliação técnica da infraestrutura do seu condomínio. Atendemos toda a Baixada Santista.